Restaurante Norton

CONSTRUÍDO

BRASÍLIA-DF, 2017

O restaurante Norton está localizado no terraço de uma torre de hotel no centro de Brasília. Trata-se de uma rede internacional que normalmente mantém similaridade entre suas unidades espalhadas pelo mundo. Nos interessava explorar a tensão entre as características específicas e outras impessoais que podem ser encontradas em um edifício de uma rede de hotéis. Para isso o projeto ressaltou as diferenças das duas principais superfícies de intervenção que o compõe: o chão e o teto. O primeiro é neutro e impessoal. O segundo possui um desenho específico com grande carga iconográfica.

Chão: Criamos uma organização de planta flexível que tira proveito da geometria ampla e irregular do espaço do salão. Os materiais utilizados, apesar de diferentes do restante do hotel, possuem tons igualmente escuros e podem ser lidos como uma continuidade de seus espaços internos. Foi utilizado o mesmo padrão de piso para as áreas internas e externas. Utilizamos os espaços residuais do perímetro como pequenos ambientes complementares de estar e serviços tais como bar, parte de cozinha e adega. Empregamos predominantemente duas cores frias no mobiliário, pisos e paredes de modo a ressaltar sua neutralidade visual.

Teto: É composto por uma série de lâminas de madeira fixadas a uma grelha vazada de aço, entremeada por chapas perfuradas. O compensado natural de Tauarí se contrapõe às cores frias do chão. Parte das lâminas avança sobre uma varanda em estrutura de aço e cobertura de vidro, resultando em um padrão de sombreamento que é visível somente durante o período do café da manhã. O desenho das lâminas é resultado de um redesenho de uma planta topográfica utilizando somente linhas retas. Esse tipo de mapa de curvas sinuosas normalmente tem relação direta com o relevo de um terreno real. Nesse caso a planta utilizada é imaginária, portanto ela é propositalmente desconectada de qualquer relação com algum lugar específico.

Autores: Daniel Mangabeira, Henrique Coutinho e Matheus Seco
Colaboração: Guilherme Mahana, Luciana Ribeiro, Marina Lira e Bárbara Neumann
Superfície Construída: 500m2
Projeto: 2016
Construção: 2016-2017
Obra: Carvalho e Castro Engenharia
Fotos: Haruo Mikami

Foto Norton

 

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Restaurante Norton

CONSTRUÍDO

BRASÍLIA-DF, 2017

O restaurante Norton está localizado no terraço de uma torre de hotel no centro de Brasília. Trata-se de uma rede internacional que normalmente mantém similaridade entre suas unidades espalhadas pelo mundo. Nos interessava explorar a tensão entre as características específicas e outras impessoais que podem ser encontradas em um edifício de uma rede de hotéis. Para isso o projeto ressaltou as diferenças das duas principais superfícies de intervenção que o compõe: o chão e o teto. O primeiro é neutro e impessoal. O segundo possui um desenho específico com grande carga iconográfica.

Chão: Criamos uma organização de planta flexível que tira proveito da geometria ampla e irregular do espaço do salão. Os materiais utilizados, apesar de diferentes do restante do hotel, possuem tons igualmente escuros e podem ser lidos como uma continuidade de seus espaços internos. Foi utilizado o mesmo padrão de piso para as áreas internas e externas. Utilizamos os espaços residuais do perímetro como pequenos ambientes complementares de estar e serviços tais como bar, parte de cozinha e adega. Empregamos predominantemente duas cores frias no mobiliário, pisos e paredes de modo a ressaltar sua neutralidade visual.

Teto: É composto por uma série de lâminas de madeira fixadas a uma grelha vazada de aço, entremeada por chapas perfuradas. O compensado natural de Tauarí se contrapõe às cores frias do chão. Parte das lâminas avança sobre uma varanda em estrutura de aço e cobertura de vidro, resultando em um padrão de sombreamento que é visível somente durante o período do café da manhã. O desenho das lâminas é resultado de um redesenho de uma planta topográfica utilizando somente linhas retas. Esse tipo de mapa de curvas sinuosas normalmente tem relação direta com o relevo de um terreno real. Nesse caso a planta utilizada é imaginária, portanto ela é propositalmente desconectada de qualquer relação com algum lugar específico.

Autores: Daniel Mangabeira, Henrique Coutinho e Matheus Seco
Colaboração: Guilherme Mahana, Luciana Ribeiro, Marina Lira e Bárbara Neumann
Superfície Construída: 500m2
Projeto: 2016
Construção: 2016-2017
Obra: Carvalho e Castro Engenharia
Fotos: Haruo Mikami

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