Clube em Uberlândia

CONSTRUÍDO

Uberlândia-MG, 2016

O projeto dos edifícios do Clube de Lazer, Portaria e Bloco de Apoio do condomínio fechado Alphaville Uberlândia (etapa 1) seguiu uma premissa básica: Utilizar sistemas estruturais parcialmente industrializados apenas nas coberturas e sistemas construtivos convencionais no térreo das construções, por motivo da relação entre custo de obra, prazo de execução e mão-de-obra disponível. Desse forma foi proposto um sistema de vigas metálicas laminadas e telhas isotérmicas em todas coberturas, deixando os tubos de aço das descidas de águas pluviais aparentes. Pérgolas vazadas nos trechos mais altos da cobertura receberão lonas tensionadas para o sombreamento das áreas envidraçadas mais expostas. Todo o restante da construção é composta por pilares e vigas de concreto e paredes de alvenaria ora rebocadas, ora revestidas por elementos cerâmicos naturais em todas as suas faces para minimizar sua manutenção.

O Bloco de Apoio  é circundado por jardins descobertos delimitados por paredes. Todas as esquadrias internas são voltadas para os jardins de modo a proteger os ambientes internos do sol excessivo, tirar proveito da ventilação natural e manter o controle de acesso desejado. Por sua vez o edifício do Clube se fecha quase completamente para oeste através de uma parede contínua revestida em cerâmica com aberturas somente através de janelas altas. A única interrupção desse plano marca o acesso principal de pedestres.

Autores: Daniel Mangabeira, Henrique Coutinho, Matheus Seco
Colaboração: Victor Machado, Marina Lira
Área: 3.000m2 (edifícios) + 15.000m2 (quadras de esporte e jardins)
Projeto: 2013
Obra: 2013-2015
Estrutura e Instalações: Interplannus
Paisagismo: Rossin+Tramontina
Iluminação: DesignMais Arquitetura
Decoração: Bethania Pacheco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Clube em Uberlândia

CONSTRUÍDO

Uberlândia-MG, 2016

O projeto dos edifícios do Clube de Lazer, Portaria e Bloco de Apoio do condomínio fechado Alphaville Uberlândia (etapa 1) seguiu uma premissa básica: Utilizar sistemas estruturais parcialmente industrializados apenas nas coberturas e sistemas construtivos convencionais no térreo das construções, por motivo da relação entre custo de obra, prazo de execução e mão-de-obra disponível. Desse forma foi proposto um sistema de vigas metálicas laminadas e telhas isotérmicas em todas coberturas, deixando os tubos de aço das descidas de águas pluviais aparentes. Pérgolas vazadas nos trechos mais altos da cobertura receberão lonas tensionadas para o sombreamento das áreas envidraçadas mais expostas. Todo o restante da construção é composta por pilares e vigas de concreto e paredes de alvenaria ora rebocadas, ora revestidas por elementos cerâmicos naturais em todas as suas faces para minimizar sua manutenção.

O Bloco de Apoio  é circundado por jardins descobertos delimitados por paredes. Todas as esquadrias internas são voltadas para os jardins de modo a proteger os ambientes internos do sol excessivo, tirar proveito da ventilação natural e manter o controle de acesso desejado. Por sua vez o edifício do Clube se fecha quase completamente para oeste através de uma parede contínua revestida em cerâmica com aberturas somente através de janelas altas. A única interrupção desse plano marca o acesso principal de pedestres.

Autores: Daniel Mangabeira, Henrique Coutinho, Matheus Seco
Colaboração: Victor Machado, Marina Lira
Área: 3.000m2 (edifícios) + 15.000m2 (quadras de esporte e jardins)
Projeto: 2013
Obra: 2013-2015
Estrutura e Instalações: Interplannus
Paisagismo: Rossin+Tramontina
Iluminação: DesignMais Arquitetura
Decoração: Bethania Pacheco

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